(41) 3222-9560

Exames

ANATOMOPATOLÓGICO AMB - 21.01.002-1 CBHPM - 4.06.01.11-0
CBHPM 4.06.01.11-0 (biópsias simples) 4.06.019-6 (múltiplos fragmentos)4.06.01.20-0(peça cirúrgica simples) e 4.06.01.21-8( peça cirúrgica complexa)  
 
Análise de tecido retirado do indivíduo para fins diagnósticos.  Compreende a análise de víscera(s) e segmentos; quando de pequenas dimensões também é chamada de biópsia.
 
A obtenção do espécime se faz por cirurgia clássica, laparoscópica, endoscopia ou por agulhas especiais.
 
Uma vez retirado, deve ser conservado em formalina (Formol a 10%) ou similar, até a sua análise.
 
É submetido a sucessivas etapas técnicas, até se obter uma camada ultrafina (3 a 5 micra), passível de ser observada  ao microscópio.
 
O estudo histológico é realizado pelo médico patologista, que a luz de informes clínicos / cirúrgicos elabora um parecer diagnóstico.
Por vezes, dado as peculiaridades do caso em estudo são necessárias novas etapas técnicas, (colorações especiais, novas lâminas ou novas abordagens), a fim de que se possa firmar ou afastar hipóteses.
 
O Laboratório mantem em arquivo o material já laudado (bloco histológico e lâminas histológicas), pelo prazo legal de cinco anos e o disponibiliza para o paciente, a qualquer tempo.
 
Informes técnicos:
 
Fixadores: Formalina (Formol a 10%) em proporção de 1/10 (volume da peça/volume de formalina)
Determinados tecidos, como biópsia renal, testicular e biópsia de medula óssea, requerem fixadores especiais como o Líquido de Bouin (disponibilizado pelo laboratório).
Evitar seccionar ou abrir a peça previamente ao exame.
Utilizar frascos de boca larga, evitando comprimir a peça e garantindo a fixação adequada.
Fazer-se acompanhar sempre da requisição, com dados clínicos / cirúrgicos.
Na dúvida contatar o Laboratório.
PUNÇÃO ASPIRATIVA POR AGULHA FINA - PAAF AMB - 21.01.002-1 CBHPM - 4.06.01.25-0
Cód: AMB  21.01.002-1 | CBHPM  4.06.01.25-0 (análise de cada 5 lâminas) 4.06.01.10-2 (Ato da coleta).
 
Consiste na análise das células retiradas através do puncionamento, ou seja, com agulha e seringa.
 
De caráter ambulatorial, dispensa anestesia, podendo o paciente assumir as suas atividades logo após o exame.
 
Muito utilizada em órgãos superficiais (mama, tireóide).
 
A punção é feita pelo médico solicitante ou pelo médico patologista.
 
De alta resolubilidade e eficácia, evita cirurgias ou procedimentos invasivos, se realizado por profissional experiente e com treinamento especializado.
 
Em casos especiais requer auxílio ultrasonográfico (lesões pequenas e impalpáveis).
 
Método: Material puncionado por agulha fina (22g) acoplada à seringa de 20ml,  laminado e seco ao ar, é corado pelo método de MGG, montado em bálsamo sintético com lamínula de 24x50mm.
 
Informes técnicos:
 
Exames anteriores e de imagem devem acompanhar o pedido.
Dados clínicos e cirúrgicos são imprescindíveis.
O material laminado deve ser seco “ao ar”.
Diagrama dos locais puncionados é pertinente.
Na dúvida contatar o laboratório. 
EXAME PER OPERATÓRIO DE CONGELAÇÃO AMB - 21.01.001-3 CBHPM - 4.06.01.03-0
Também chamado de exame de congelação, consulta per-operatória.  
 
Compreende a análise do material durante o ato operatório, proporciona informes valiosos para o cirurgião quanto ao caráter benigno ou maligno da lesão, quanto às margens de segurança cirúrgicas, entre outros.
 
Tendo em vista que as condições técnicas do material não são as mesmas obtidas de um procedimento padrão (exige várias etapas para a preparação do tecido), este exame tem caráter presuntivo, interpretativo, sendo estas limitações conhecidas e aceitas pelo médico patologista e médico cirurgião.
 
Após o procedimento, o material será submetido ao exame anatomopatológico padrão.
 
 
Informes técnicos:
 
As consultas per-operatórias deverão ser agendadas com 24 de antecedência.
O espécime deve permanecer “in natura” até que se proceda ao exame per-operatório, mesmo o soro fisiológico poderá prejudicar a análise.
Evitar a manipulação prévia da peça cirúrgica.
IMUNOISTOQUÍMICO AMB - 21.01.022-6 CBHPM - 4.06.01.29-3
Exame de caráter molecular. Detecta características específicas das células ou tecidos.
 
Utiliza anticorpos específicos. Avalia-se pela existência de reação antígeno-anticorpo, a presença ou não do antígeno pesquisado. Objetiva definir origem dos tumores, o caráter benigno ou maligno das lesões, detectar elementos que definem prognóstico, caracterizar as hepatopatias crônicas e detectar agentes infecciosos causadores de doenças, entre outras aplicações.
 
Compreende diversas etapas técnicas especiais. Por vezes a complexidade do caso, impõe que novos anticorpos sejam utilizados (painel ampliado).
 
Dado a estas peculiaridades o prazo para o laudo final pode ser estendido. 
 
Método: Microtomia a 4µm, sendo os cortes obtidos dispostos em lâminas previamente silanizadas; este(s) e os controles positivos, após desparafinização são submetidos ao método imunoistoquímico, pela técnica de detecção pelo sistema ADVANCETMHRP, com painel de anticorpos monoclonais e/ou policlonais, revelados através da diaminobenzidina (DAB). Montagem definitiva em bálsamo sintético e lamínula de 24x50mm. 
 
Informes técnicos:
 
Dados e dúvida clínica são imprescindíveis.
Requer o bloco histológico representativo da lesão.
Se de outra procedência, o laudo original.
Na dúvida contatar o laboratório.
 
Fotomicrografias:
 
CAPTURA HÍBRIDA AMB - 21.01.019-6 CBHPM - 4.06.01.29-3
Detecta agentes causadores de doenças não identificáveis pelos métodos habituais ou rotineiros.
 
Exame molecular que utiliza sondas de DNA conhecidas, que se ligam aos componentes nucleares ácidos destes agentes formando híbridos, posteriormente detectáveis por quimioluminescência. Atualmente muito utilizado na confirmação da infecção pelo HPV, Chlamydia e Gonococos no trato genital. Por utilizar sondas específicas fornece a tipificação do agente e faz sua titulação, ou seja, quantifica o agente, informação valiosa no monitoramento do tratamento e na suspeita de recidiva.
 
O material para coleta é disponibilizado pelo laboratório constando de um frasco coletor com conservante UCM® e uma escova endocervical (citobrush).
 
Método:  
 
Exame qualitativo e quantitativo realizado pela técnica de hibridização molecular associada a dos anticorpos monoclonais, tecnologia Digene®, (Life Tecnologies Inc. USA). Sensibilidade de 1 pg/ml de DNA-agente (equivalente a 0,1 cópia agente/célula). Disponível para DNA - Chlamydia trachomatis / HPV grupo A e HPV grupo B (oncogênico).
 
Informes técnicos:
 
Fixar o material imediatamente à colheita, assegurando que o líquido conservante banhou totalmente o material coletado.
Fornecer informes clínicos
Especificar o agente a ser detectado.
Observação: O material pode ser mantido à temperatura ambiente por até 15 dias
Na geladeira (entre 2 a 8ºC) por seis meses.
Na dúvida contatar o Laboratório.
CITOPATOLÓGICO DE LÍQUIDOS E SECREÇÕES AMB - 21.01.004-8 CBHPM - 4.06.01.12-9
Também chamado de citologia especial, exame de líquidos. Compreende a análise das células presentes nos fluidos e secreções orgânicas, como urina, escarro, derrames pleurais, líquor, líquido ascítico entre outros, proporcionando informes valiosos para confirmar ou afastar o diagnóstico de determinadas doenças.
 
Exige técnica adequada de colheita, com e estreita correlação com dados clínicos.
 
O material é depositado e fixado em uma lâmina de vidro e submetido a processamento técnico.
 
O médico citopatologista estuda a morfologia dos elementos celulares e a luz dos dados clínicos interpreta e registra os achados.
 
O laudo tem caráter presuntivo necessitando correlação clínica, dados de imagem e ou estudo histopatológico se pertinente.
 
O Laboratório conserva em arquivo permanente o material já laudado (lâminas citológica) e a disponibiliza para o paciente, a qualquer tempo.
 
Método:
 
Nos fluidos e líquidos, realizada  técnica de citocentrifugação, com obtenção de concentrado especial, laminação e fixação alcoólica e posterior coloração pelo método de Papanicolaou modificado. Nas secreções, a amostra selecionada é laminada, fixada em álcool e corada pelo mesmo método. Montagem definitiva em bálsamo sintético e lamínula de 24x50mm. 
 
Informes técnicos:
 
Para assegurar a qualidade do exame:
 
Urina:
 
O ideal para a pesquisa oncológica são três amostras, colhidas em dias diferentes, em frasco estéril, 30 a 50ml, evitar a primeira urina do dia. Ideal a urina retida por duas horas, após leve caminhada.
Se não puder se deslocar imediatamente ao laboratório, poderá ser conservada refrigerada (não congelar) e informar o fato quando da recepção do exame.
 
Escarro:
 
O ideal para a pesquisa oncológica são três amostras, colhidas em dias diferentes, em frasco limpo e seco.  
Após higienização bucal, colher pela manhã. Em caso de dificuldade na obtenção do material, entrar em contato com o laboratório para orientações adicionais.
Se não puder se deslocar imediatamente ao laboratório, poderá ser conservado refrigerado (não congelar) e informar o fato quando da recepção do exame.
 
Produtos de derrames ou similares colhidos pelo médico:
 
Enviá-lo imediatamente ao laboratório ou fixar o material em álcool 90% ou absoluto na proporção de 1:1, álcool/líquido.
Uma vez retirada a agulha, o material poderá ser enviado na própria seringa de punção.
Para acondicionar, líquor, evitar frasco de vidro. (adesividade celular) 
Na dúvida contatar o Laboratório.
CITOPATOLÓGICO CÉRVICO VAGINAL - EM BASE LÍQUIDA AMB - 21.01.004-8 CBHPM - 4.06.01.32-3
O exame de Papanicolau BD SurePatch ™ em base líquida proporciona:
Aumento de 64,4% na detecção de um lesões de alto grau do colo uterino em comparação com o teste de Papanicolaou convencional. Reduz significativamente as amostras insatisfatórias e satisfatórias, mas limitadas por contaminação hemática, neutrófilos e outros. 100 % da amostra coletada é enviada ao laboratório para processamento. Nenhuma célula de diagnóstico é descartada. O que significa menos testes de repetição desnecessárias e confiança em seus resultados de teste.
 
Processo BD SurePath ™:
 
1 . Enriquecimento celular BD SurePath ™
BD PrepMate ™ celular Enriquecimento Sistema garante :
Integridade , perfurando a tampa automaticamente para minimizar a contaminação cruzada.
Remoção de detritos como células mucosas e inflamatórias. 
Uniformidade de células em cada slide.
2 . Preparação de lâminas automatizada com o processador BD PrepStain ™ 
 
 
Orientações ao paciente:
 
Evite duchas vaginais ou cremes vaginais prévios ao exame.
Faça abstinência sexual nas 48 h que antecedem o exame
Evite o período menstrual.
 
Orientações de coleta:
 
Utilize o kit de coleta Surepath fornecido pelo Laboratório Citolab.
Posicione e apoie a escova no OCE.
Realize a coleta girando a mesma 360º. 
Quebre a escova na ranhura inferior da haste a deposite no frasco coletor.
Assegure-se que o material coletado esteja banhado pelo liquido conservante.
Forneça dados clínicos pertinentes
Somente aceite laudos citopatológicos efetuados por profissional médico.
 
Algumas situações onde o exame cérvico-vaginal em base líquida tem boa indicação:
 
ASCUS de repetição
Controle pós-conização
Entrópio do colo uterino
Suspeita de infecção viral (HPV) ou agente específico.
Em todas as situações correlacionadas com a epidemiologia do câncer de colo de útero.
Paciente multípara
Com múltiplos parceiros
Histórico de DST
Início da atividade sexual precoce
CITOPATOLÓGICO CÉRVICO VAGINAL - CONVENCIONAL AMB - 21.01.005-6 CBHPM - 4.06.01.13-7
Também chamado Exame de Papanicolaou, Citologia oncótica, Exame preventivo de câncer ou simplesmente Preventivo, compreende a análise das células esfoliadas do colo uterino e/ou paredes vaginais, proporcionando informes valiosos à saúde da mulher.
 
Exige técnica adequada de colheita, com fixação imediata e estreita correlação com dados clínicos.O material é depositado e fixado em uma lâmina de vidro e submetido a processamento técnico, onde se inclui a coloração de Papanicolalou.
 
O médico citopatologista estuda a morfologia dos elementos celulares e do microambiente vaginal e a luz dos dados clínicos interpreta e registra os achados.
 
O laudo tem caráter presuntivo necessitando correlação clínico / colposcópica e ou estudo histopatológico se pertinente.
 
A periodicidade do exame é determinada pelo médico ginecologista, conforme o que preconiza a Sociedade Brasileira de Ginecologia.
 
O Laboratório conserva em arquivo permanente o material já laudado (lâminas citológica) e a disponibiliza para o paciente, a qualquer tempo.
 
Informes técnicos: Após identificação indelével, material laminado submetido ao método de Papanicolaou, com hidratação progressiva, coloração por hematoxilina, desidratação alcoólica, coloração pelo EA36 e Orange G, diafanização e montagem definitiva em bálsamo e lamínula de 24x50mm.
 
Para assegurar a qualidade do exame preventivo:
 
A paciente deve:
 
Evitar duchas vaginais ou cremes vaginais prévios ao exame.
Fazer abstinência sexual nas 48 h que antecedem o exame
Evitar o período menstrual.
 
O médico:
 
Fixar o material imediatamente à colheita
Fornecer dados clínicos pertinentes
Somente aceitar laudos citopatológicos efetuados por profissional médico.
 
 
CITOLOGIA HORMONAL SERIADA AMB - 21.01.014-5 CBHPM - 4.06.01.16-1
Consiste na interpretação citomorfológica qualitativa das células vaginais ou uroteliais no caso do urocitograma, que traduzem a atividade hormonal da mulher no decorrer do ciclo. 
 
Os resultados são fornecidos sob a forma de índices de maturação celular e picnose nos respectivos dias da coleta.
 
Amostras vaginais:
 
Material: raspado das paredes vaginais, com fixação imediata.
As amostras são coletadas no 7º, 14º, 21º e 28º dias do ciclo menstrual, salvo orientação médica.
Em casos de amenorréia, menopausadas, ou ciclos irregulares: coletar 4 amostras com intervalos de 7 dias, ou segundo orientação médica.
 
Amostras de urina:
 
Material: 2.a urina da manhã, acondicionada em frasco limpo e seco, levar imediatamente ao laboratório.
Considerando-se o primeiro dia de menstruação como o dia 1, as 10 amostras são deverão ser coletadas no 8º, 11º, 14º 17º, 20º, 23º, 26º, 29º, 32º e 35º dias do ciclo menstrual.
 
Informes técnicos:
 
Ao paciente:
Evitar duchas vaginais ou cremes vaginais prévios ao exame.
Fazer abstinência sexual nas 48 h que antecedem o exame
Evitar o período menstrual.
 
Ao médico:
Fixar o material imediatamente à colheita
Fornecer dados clínicos pertinentes 
Processos inflamatórios e infecciosos vaginais podem prejudicar a análise bem como toque ginecológico e exame de ultra-sonografia transvaginal.
 
REVISÃO DE LÂMINAS AMB - 21.01.009-9 CBHPM - 4.06.01.15-3
Determinadas situações requerem uma segunda opinião diagnóstica, é quando se solicita a revisão de lâminas ou consultoria.
As lâminas e/ou blocos histológicos são disponibilizados pelo laboratório de origem.
 
O material é então submetido a uma nova leitura diagnóstica elaborando-se o laudo de revisão.
 
Ficará a critério do paciente o guardo do material.  
 
Informes técnicos:
 
Para assegurar a qualidade do exame:
O laudo original deverá acompanhar o material.
Informes clínicos/cirúrgicos são imprescindíveis 
Na dúvida contatar o Laboratório.
BACTERIOSCOPIA AMB - 28.10.009-3 CBHPM - 4.03.10.06-0
Compreende a detecção, a identificação e quantificação dos microorganismos em secreções, fluidos e tecidos humanos.
 
Utiliza-se a coloração de Gram em material previamente coletado pelo médico atendente.
 
O médico patologista associa então, os dados clínicos/cirúrgicos fornecidos e elabora um parecer diagnóstico.
 
Método:
 
Material laminado é fixado a quente, submetido à coloração especial pelo método de Gram e microscopia sob imersão oleosa (1000x). 
 
Informes técnicos:
 
O material laminado para bacterioscopia preferentemente, não deve ser fixado.
Se não for possível o envio imediato, poderá ser refrigerado até 24h ou fixado em álcool 90%.
Os dados clínicos são imprescindíveis.
AUTÓPSIA DE FETO E PLACENTA AMB - 21.01.014-5 CBHPM - 4.06.01.16-1
Exame necroscópico de fetos com mais de 500g ou 20 semanas de gestação.
 
Consiste na avaliação macro e microscópica do feto, associação aos dados fornecidos e elaboração dos diagnósticos anatomopatológicos e laudo necroscópico.
 
O exame da placenta fornece dados importantes para o entendimento das circunstâncias do óbito fetal.
 
Informes técnicos:
 
Dados clínicos são imprescindíveis
Fazer-se acompanhar da Declaração de Óbito (todas as vias)
Nascidos vivos, independente de idade gestacional e peso, requerem Registro de Nascimento e Declaração de Óbito.
Natimortos com mais de 500g ou 20 semanas de gestação ou 25 cm de talhe (crânio-podal) requerem Declaração de Óbito.
Na existência de dúvida quanto ao atendimento clínico da gestante/criança o Instituto Médico Legal deverá ser contatado.
Manter refrigerado até o envio ao Laboratório.
Comunicar previamente ao exame a intenção de proceder exames genéticos (estudo de cromossomopatias/DNA)
Na dúvida contatar o laboratório.
PESQUISA  DE CANDIDA ALBICANS POR PCR AMB - 00.00.000-0 CBHPM - 0.0.00.00-0

Candida albicans,principal responsável pela candidíase vulvo-vaginal ou genital. Quando se altera o pH, normalmente ácido da vagina, a Candida albicans se manifesta. Os principais sintomas da candidíase são prurido genital, inflamação e corrimento vaginal brancacento e grumoso. Mulheres com sistema imunológico debilitado, gestantes, diabéticas, usuárias de antibióticos de largo espectro, ou corticoides, entre outras situações propiciam a infecção. O diagnóstico deste patógeno pode ser frustra pelos métodos habituais sendo então a detecção do DNA do agente por biologia molecular, através de uma reação de PCR o método definitivo.

 

 

Orientações ao paciente:

Evite duchas vaginais ou cremes vaginais prévios ao exame.

Faça abstinência sexual nas 48 h que antecedem o exame

Evite o período menstrual.

Orientações de coleta:

Utilize o kit de coleta Surepath fornecido pelo Laboratório Citolab.

Posicione e apoie a escova no OCE.

Realize a coleta girando a mesma 360º. 

Quebre a escova na ranhura inferior da haste a deposite no frasco coletor.

Assegure-se que o material coletado esteja banhado pelo liquido conservante.

Forneça dados clínicos pertinentes

Somente aceite laudos citopatológicos efetuados por profissional médico.
 

Metodologia

 

PCR em Tempo Real

 

Material

 

Escovado Endocervical, Vaginal, Vulvar, Uretral e Anal

ThinPrep e STM

 

Volume Mínimo

 

20 ml - ThinPrep

1 ml – STM

3 ml – SurePath

 

Armazenamento

 

Temperatura Ambiente

 

Transporte

 

O material deve ser transportado à temperatura ambiente.

PESQUISA DE CHLAMYDIA TRACHOMATIS POR PCR AMB - 00.00.000-0 CBHPM - 0.0.00.00-0
A Chlamydia trachomatis (CT), responsável por uma variedade de doenças: uretrite, proctite, conjuntivite, epididimite e Síndrome de Reiter. Entre as mulheres, a infecção por CT pode causar uretrite, cervicite, conjuntivite, endometrite, salpingite (com subsequente infertilidade ou gravidez ectópica) e peri-hepatite. As crianças de mães infectadas podem contrair conjuntivite, faringite e pneumonia. Como aproximadamente 50% dessas infecções são assintomáticas, muitos casos não são detectados e tratados, conduzindo a problemas adicionais, particularmente em mulheres grávidas. Além disso, as reinfecções são frequentes se os parceiros sexuais não forem tratados.  

Orientações de coleta:

Utilize o kit de coleta Surepath fornecido pelo Laboratório Citolab.

Posicione e apoie a escova no OCE.

Realize a coleta girando a mesma 360º. 

Quebre a escova na ranhura inferior da haste a deposite no frasco coletor.

Assegure-se que o material coletado esteja banhado pelo liquido conservante.

Forneça dados clínicos pertinentes

Somente aceite laudos citopatológicos efetuados por profissional médico.
 
Metodologia
 
PCR em Tempo Real
 
Volume Mínimo:
 

20 ml - ThinPrep

1 ml – STM

3 ml – SurePath


Armazenamento

 
Temperatura Ambiente.
PESQUISA DE CHLAMYDIA  / GONOCOCO POR PCR - COBAS AMB - 00.00.000-0 CBHPM - 0.0.00.00-0

A Chlamydia trachomatis (CT) é a bactéria responsável por uma variedade de doenças no homem: uretrite, proctite, conjuntivite, epididimite e Síndrome de Reiter. Entre as mulheres, a infecção por CT pode causar uretrite, cervicite, conjuntivite, endometrite, salpingite (com subsequente infertilidade ou gravidez ectópica) e peri-hepatite. A Neisseria gonorrhoeae (NG) é a bactéria responsável pela uretrite aguda em homens, cuja complicação mais comum é a epididimite. Nas mulheres a NG é responsável pela doença inflamatória pélvica (DIP), combinada com endometrite, salpingite, abcesso tubo-ovárico, peritonite pélvica e peri-hepatite. 

 

Orientações de coleta:

Utilize o kit de coleta Surepath fornecido pelo Laboratório Citolab.

Posicione e apoie a escova no OCE.

Realize a coleta girando a mesma 360º. 

Quebre a escova na ranhura inferior da haste a deposite no frasco coletor.

Assegure-se que o material coletado esteja banhado pelo liquido conservante.

Forneça dados clínicos pertinentes

Somente aceite laudos citopatológicos efetuados por profissional médico.

Metodologia:
 

PCR em Tempo Real

Material:
 
Escovado Endocervical, Vaginal, Vulvar, Uretral e Anal.

Armazenamento:
 

Temperatura Ambiente.

PESQUISA DE GONOCOCOS POR CAPTURA HIBRIDA AMB - 00.00.000-0 CBHPM - 0.0.00.00-0
A Neisseria gonorrhoeae é a bactéria responsável pela uretrite aguda em homens, cuja complicação mais comum é a epididimite. Nas mulheres a NG é responsável pela doença inflamatória pélvica (DIP), combinada com endometrite, salpingite, abcesso tubo-ovárico, peritonite pélvica e peri-hepatite. As crianças de mães infectadas podem contrair conjuntivite grave ao passar pelo canal do parto. 
 
Orientações de coleta:

Utilize o kit de coleta Surepath fornecido pelo Laboratório Citolab.

Posicione e apoie a escova no OCE.

Realize a coleta girando a mesma 360º. 

Quebre a escova na ranhura inferior da haste a deposite no frasco coletor.

Assegure-se que o material coletado esteja banhado pelo liquido conservante.

Forneça dados clínicos pertinentes

** Somente aceite laudos citopatológicos efetuados por profissional médico.

 

Metodologia:
 

Captura Hibrida.

Material:
 
Escovado Endocervical, Vaginal, Vulvar, Uretral e Anal.

Armazenamento:
 

Temperatura Ambiente.

PESQUISA DE HERPES SIMPLES TIPO 1 E TIPO 2 POR PCR AMB - 00.00.000-0 CBHPM - 0.0.00.00-0
A presença dos vírus herpes simplex (HSV) dos tipos 1 e 2 pode dar origem a sintomas que variam de leves a graves. A infecção pelo HSV é muito frequente e severa em pacientes que estão recebendo terapia citotóxica após o transplante de órgãos ou de medula óssea ou em pacientes portadores de AIDS.  A encefalite e o herpes neonatal são fatais em 70% dos casos, com sequelas neurológicas na maioria dos sobreviventes - adultos e crianças - se o diagnóstico no líquor não for feito precoce e rapidamente. As lesões muco-cutâneas podem ser graves e de evolução prolongada em pacientes imunodeprimidos. É uma ferramenta diagnóstica ótima para aqueles que desenvolveram ou estão em risco de desenvolver a infecção viral ativa e auxilia no diagnóstico diferencial com infecções pelo Herpes zoster
 
Orientações de coleta para a coleta endocervical:

Utilize o kit de coleta Surepath fornecido pelo Laboratório Citolab.

Posicione e apoie a escova no OCE.

Realize a coleta girando a mesma 360º. 

Quebre a escova na ranhura inferior da haste a deposite no frasco coletor.

Assegure-se que o material coletado esteja banhado pelo liquido conservante.

 
Metodologia:
 

PCR em Tempo Real

Material:
 
Escovado Endocervical, da lesão ou de secreção ocular.

Armazenamento:
 

Refrigerado de 2-8 C.

HPV ALTO RISCO COM GENOTIPAGEM 16 E 18 (PCR - COBAS) AMB - 00.00.000-0 CBHPM - 0.0.00.00-0

Os papilomavírus humanos (HPV) são vírus associados ao desenvolvimento das lesões precursoras e do carcinoma invasivo no colo uterino, na vagina, na vulva, no pênis e no ânus. A detecção precoce deste vírus permite a detecção de lesões precursoras em estágio inicial, impedindo que as mesmas progridam para o carcinoma invasivo devido à aplicação do tratamento adequado. Evidências recentes sugerem que a identificação específica e precoce do HPV-16 e/ou HPV-18 está associada com a elevação do risco do desenvolvimento de lesões precursoras do carcinoma severas em cerca de 20%, ao longo do tempo. Esta metodologia identifica especificamente o HPV-16 e o HPV-18 e detecta outros 12 tipos de HPV de alto risco em grupo: HPV (31,33,35,39,45,51,52,56,58,59,66 e 68).

 
Orientações de coleta:

Utilize o kit de coleta Surepath fornecido pelo Laboratório Citolab.

Posicione e apoie a escova no OCE.

Realize a coleta girando a mesma 360º. 

Quebre a escova na ranhura inferior da haste a deposite no frasco coletor.

Assegure-se que o material coletado esteja banhado pelo liquido conservante.

Forneça dados clínicos pertinentes


Metodologia:
 

PCR em Tempo Real

Material:
 
Escovado Endocervical, Vaginal, Vulvar, Uretral e Anal.

Armazenamento:
 

Temperatura Ambiente.

GENOTIPAGEM CLART DE HPV BAIXO E ALTO RISCO - 35 SUB-TIPOS AMB - 00.00.000-0 CBHPM - 0.0.00.00-0
Metodologia acurada para a detecção de infecções únicas e múltiplas de até 35 genótipos diferentes de HPV, com sensibilidade e especificidade analítica excelente (99% e 100%, respectivamente). A infecção pelo HPV é a causa principal de câncer cervical invasivo e de neoplasia intraepitelial cervical. Dentre os mais de 100 genótipos descritos para HPV, apenas 50 infectam a mucosa anogenital. Estes genótipos são divididos em dois grupos, de acordo com a sua associação com o câncer cervical: HPV de baixo risco oncogênico e HPV de alto risco oncogênico. A identificação dos tipos de HPV responsáveis pela infecção determinará o tratamento do paciente. Esta metodologia baseia-se na amplificação de fragmentos específicos do genoma viral e posterior hibridização com sondas específicas de cada tipo de HPV. 
 
Orientações de coleta:

Utilize o kit de coleta Surepath fornecido pelo Laboratório Citolab.

Posicione e apoie a escova no OCE.

Realize a coleta girando a mesma 360º. 

Quebre a escova na ranhura inferior da haste a deposite no frasco coletor.

Assegure-se que o material coletado esteja banhado pelo liquido conservante.

Forneça dados clínicos pertinentes


Metodologia:
 

Microarray por microplacas

Material:
 
Escovado Endocervical, Vaginal, Vulvar, Uretral e Anal.

Armazenamento:
 

Temperatura Ambiente.

PESQUISA DE HPV SONDA PARA BAIXO E ALTO RISCO  AMB - 00.00.000-0 CBHPM - 0.0.00.00-0
Os papilomavírus humanos (HPV) são vírus associados ao desenvolvimento de lesões benignas, como os condilomas, e de lesões como as lesões precursoras e o carcinoma invasivo no colo uterino, na vagina, na vulva, no pênis e no ânus. A detecção precoce deste vírus permite a detecção das lesões precursoras em estágio inicial, impedindo que as mesmas progridam para o carcinoma invasivo. Os HPV dividem-se em dois grupos: o HPV de baixo risco oncogênico, contendo os tipos virais responsáveis pelo desenvolvimento dos condilomas (HPV-6, HPV-11, HPV-42, HPV-43 e HPV-44) e o HPV de alto risco oncogênico, contendo os tipos virais responsáveis pelo desenvolvimento das lesões precursoras do carcinoma (HPV-16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59 e 68). Esta metodologia identifica os grupos de alto e baixo risco oncogênico..
 
Orientações de coleta:

Utilize o kit de coleta Surepath fornecido pelo Laboratório Citolab.

Posicione e apoie a escova no OCE.

Realize a coleta girando a mesma 360º. 

Quebre a escova na ranhura inferior da haste a deposite no frasco coletor.

Assegure-se que o material coletado esteja banhado pelo liquido conservante.

Forneça dados clínicos pertinente.
 

Metodologia:
 

Captura Hibrida.

Material:
 
Escovado Endocervical, Vaginal, Vulvar, Uretral e Anal.

Armazenamento:
 

Temperatura Ambiente.

PESQUISA DE HERPES ZOSTER POR PCR AMB - 00.00.000-0 CBHPM - 0.0.00.00-0

O virus Varicela zoster é o agente causal da catapora (varicela) e do Herpes zoster. Em crianças imunodeprimidas, ele pode causar complicações dos pulmões, fígado e sistema nervoso central. Em pacientes HIV positivos, ele pode causar retinites, necrose renal aguda e encefalite progressiva crônica. A lesão do Herpes zoster pode ser confundida com a lesão do Herpes simplex (HSV) e são necessários testes laboratoriais para o diagnóstico correto da lesão. É importante a detecção do VZV em pacientes que já desenvolveram ou que estão sob risco de desenvolver infecções virais ativas.

 
Orientações de coleta:

Utilize o kit de coleta Surepath fornecido pelo Laboratório Citolab.

Posicione e apoie a escova no OCE.

Realize a coleta girando a mesma 360º. 

Quebre a escova na ranhura inferior da haste a deposite no frasco coletor.

Assegure-se que o material coletado esteja banhado pelo liquido conservante.

Forneça dados clínicos pertinentes


Metodologia:
 

PCR em Tempo Real

Material:
 
Escovado Endocervical, swab da lesão, secreção ocular.

Armazenamento:
 

Refrigerado 2-8 C

FATOR V DE LEIDEN + MUTAÇÃO DE PROTROMBINA

AMB - 00.00.000-0 CBHPM - 0.0.00.00-0
A trombofilia hereditária cria uma pré-disposição para eventos trombóticos num indivíduo, tal como a trombose venosa. A mutação de um único nucleotídeo, na posição 1691 do gene Fator V, conhecida como a mutação do Fator V de Leiden, torna a proteína Fator V parcialmente resistente à inativação pela APC. A ocorrência desta mutação aumenta o risco do surgimento de uma trombose venosa em até 80 vezes nos homozigotos. É aconselhável que os indivíduos portadores da mutação do Fator V de Leiden e da resistência à APC, sejam testados para a mutação da protrombina (Fator II). Neste teste molecular detecta-se a mutação pontual da posição 20210 no gene da protrombina humano. A mutação da protrombina aumenta o risco da ocorrência de uma trombose venosa em até 6 vezes em heterozigotos. Outros fatores de risco de trombose venosa para estes pacientes são: o uso de contraceptivos orais, reposição hormonal da menopausa, pós-operatório prolongado e a gravidez.
 
Metodologia:
 

PCR em Tempo Real

Material:
 
Escovado Endocervical conservado em Surepath.

Armazenamento:
 

Refrigerado 2-8 C